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60 anos após sua inauguração, açude Pereira de Miranda pede socorro!


2017
Nosso açude Pereira de Miranda, patrimônio do povo do Vale do Curu tem sido negligenciado ao longo dos anos. O Gigante do Vale tem se apequenado diante do abandono de seus “filhos” e “pais”, quem tem por lei o dever de cuidar e zelar pelo nosso maior reservatório do Vale do Curu, mas que simplesmente preferiram os fechar os olhos.

É fato que o DNOCS já não é o mesmo da década de 1950, onde a sigla fazia jus ao grandioso órgão que foi responsável pela construção dos maiores reservatórios do nordeste brasileiro. Hoje temos prédio caindo aos pedaços pela falta de manutenção, centros que eram referência na America latina na criação de peixe, que hoje estão fadados a desaparecer com a falta de investimentos dos governos que vieram após o progressista Juscelino Kubitschek e seu plano desenvolvimentista de 1950.

Não nasci em Pentecoste, mas me considero um filho dessa terra que adotou esse filho Canindé e que até hoje me abraça como se filho fosse dessa vasta campina. Com esse sentimento de filho dessa terra, é que escrevo essas linhas mal traçadas para falar do Pereirão. 

Com o passar dos anos bancos de areias se formaram ao longo do reservatório, o assoreamento causados pelas cheias dos rios, e até a especulação imobiliária que devagarzinho foi avançando sobre as margens do açude, desrespeitando as leis ambientas e tudo isso com a passividade e omissão do Departamento Nacional de obras Contra as Secas (Dnocs). 

60 anos após sua inauguração o Pereira de Miranda pede socorro! 

Há um grande jogo de empura-empura entre Dnocs e Cogerh quanto a responsabilidade de cuidar do açude. Nisso temo a Cagece que retira até a última gota d’água, sem nenhuma contrapartida com seu principal fornecedor de riqueza. 

O Açude Pereira de Miranda está morrendo e nós assistido inertes sem nos preocupar. Onde recorremos se um dia cansado de ser maltratado ele resolver não emprestar mais o seu liquido tão precioso aos cidadãos do Vale do Curu, a Cagece, a Cogerh, ao perímetro irrigado e a tanto que dependem das águas dos rios Curu e Canindé? 

Não vamos esperar por esse dia. Para isso precisamos sair da nossa comodidade e cobrar das autoridades competentes ações para ontem, no sentido se manter o nosso açude de Pentecoste vivo por mais 60 anos.
Raimundo Moura

Radialista formado, blogueiro, graduando em serviço social e Conselheiro Tutelar, atualmente apresento o Programa Alerta Geral Vale do Curu pela 91.9 de Pentecoste e colaboro com o Jornal Integração da Atitude FM de Itapajé.

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