Operação Silêncio
Em março, a Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) recebeu 1.187 denúncias de poluição sonora vindas de Maracanaú. Pelo volume das ocorrências, o município foi escolhido como “laboratório” da Operação Silêncio, lançada oficialmente pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), na manhã de ontem. “A poluição sonora é uma questão de saúde pública e de segurança pública. Espero que a população apoie totalmente. Mais do que uma operação, essa é uma campanha”, discursou o secretário Roberto Monteiro.
A experiência começou em Maracanaú com duas blitze realizadas no sábado à noite, dias 18 e 25 de abril. As duas operações reuniram 33 servidores, entre eles agentes das polícias Civil e Militar, oficiais da Companhia de Polícia Militar Ambiental (CPMA), representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos (Semam), do Corpo de Bombeiros, da Guarda Municipal e do órgão municipal de trânsito. A operação continua em Maracanaú. Os resultados vão nortear a ampliação das ações.
Fortaleza será a próxima cidade incluída no projeto que faz planos de atuar também no Interior, mas ainda sem previsão de expansão. “Queremos construir uma política permanente voltada para poluição sonora. O homem do dia a dia deve combater o barulho”, explica o tenente-coronel Domingos Brito, chefe da Coordenadoria de Integração e Planejamento Operacional (Copol), responsável pela operação.
A parceria com o Ministério Público tem como objetivo preparar melhor os policiais para a realização de flagrantes. Com a orientação do promotor de Meio Ambiente José Filho, uma série de palestras será ministrada e um dos focos é a legislação. Há mais de uma lei sobre poluição sonora, nem todas conhecidas. Uma lei estadual, a 13.711 de 2005, diz que se o som puder ser ouvido de fora do carro, já é possível apreender o equipamento e abrir um processo administrativo contra o proprietário. “Depois queremos elaborar uma cartilha de fácil entendimento de todas essas leis”, diz o coronel-tenente Brito.
OPOVO
A experiência começou em Maracanaú com duas blitze realizadas no sábado à noite, dias 18 e 25 de abril. As duas operações reuniram 33 servidores, entre eles agentes das polícias Civil e Militar, oficiais da Companhia de Polícia Militar Ambiental (CPMA), representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos (Semam), do Corpo de Bombeiros, da Guarda Municipal e do órgão municipal de trânsito. A operação continua em Maracanaú. Os resultados vão nortear a ampliação das ações.
Fortaleza será a próxima cidade incluída no projeto que faz planos de atuar também no Interior, mas ainda sem previsão de expansão. “Queremos construir uma política permanente voltada para poluição sonora. O homem do dia a dia deve combater o barulho”, explica o tenente-coronel Domingos Brito, chefe da Coordenadoria de Integração e Planejamento Operacional (Copol), responsável pela operação.
A parceria com o Ministério Público tem como objetivo preparar melhor os policiais para a realização de flagrantes. Com a orientação do promotor de Meio Ambiente José Filho, uma série de palestras será ministrada e um dos focos é a legislação. Há mais de uma lei sobre poluição sonora, nem todas conhecidas. Uma lei estadual, a 13.711 de 2005, diz que se o som puder ser ouvido de fora do carro, já é possível apreender o equipamento e abrir um processo administrativo contra o proprietário. “Depois queremos elaborar uma cartilha de fácil entendimento de todas essas leis”, diz o coronel-tenente Brito.
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