FOLHA DE SÃO PAULO: COMPLICA-SE PERMANÊNCIA DE DANILO FORTE NA FUNASA
Complicou-se definitivamente a permanência do advogado cearense Danilo Forte na presidência nacional da Funasa. A edição deste domingo do maior e mais influente jornal brasileiro, o Folha de São Paulo, traz em sua principal coluna, a Painel, uma série de notas revelando denúncias de corrupção na Funasa. A Folha de São Paulo também mostra que o advogado cearense Danilo Forte tem um apelido entre os deputados federais: Danilo Muito Forte.
Esse tom de ironia dado a alcunha do presidente nacional da Funasa pode precipitar sua queda. Protegido pelo deputado Eunício Oliveira e pelo líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves. Ambos tentam a todo custo manter Danilo Forte no cargo, após a acusação formulada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Leia mais sobre esse assunto em matéria do jornal Folha de São Paulo:
PainelRENATA LO PRETE - painel@uol.com.brVigilância sanitária
Apontada como foco de corrupção pelo ministro José Temporão, para revolta dos peemedebistas que a controlam, a Funasa é alvo de uma série de investigações no Ministério Público e no TCU. Os casos foram compilados pela CPI das ONGs, que respira por aparelhos no Senado. Os contratos sob suspeita incluem repasses de R$ 40 milhões ao Conselho Indígena de Roraima para "atendimento sanitário e atenção à saúde" (o CIR disputa com arrozeiros as terras da reserva Raposa-Serra do Sol). Há também indícios de desvios de R$ 31 milhões da ONG Urihi, em área ianomâmi.Temporão defende que o atendimento às populações indígenas saia da esfera da Funasa, órgão da pasta da Saúde. O PMDB não quer nem ouvir falar nisso.
Esse tom de ironia dado a alcunha do presidente nacional da Funasa pode precipitar sua queda. Protegido pelo deputado Eunício Oliveira e pelo líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves. Ambos tentam a todo custo manter Danilo Forte no cargo, após a acusação formulada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Leia mais sobre esse assunto em matéria do jornal Folha de São Paulo:
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Apontada como foco de corrupção pelo ministro José Temporão, para revolta dos peemedebistas que a controlam, a Funasa é alvo de uma série de investigações no Ministério Público e no TCU. Os casos foram compilados pela CPI das ONGs, que respira por aparelhos no Senado. Os contratos sob suspeita incluem repasses de R$ 40 milhões ao Conselho Indígena de Roraima para "atendimento sanitário e atenção à saúde" (o CIR disputa com arrozeiros as terras da reserva Raposa-Serra do Sol). Há também indícios de desvios de R$ 31 milhões da ONG Urihi, em área ianomâmi.Temporão defende que o atendimento às populações indígenas saia da esfera da Funasa, órgão da pasta da Saúde. O PMDB não quer nem ouvir falar nisso.
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