
Materia especial veiculada no jornal "OPOVO", de hoje, intitulada Mares do Sertão, cita como causas da degradação do açude Pereira de Miranda:
- Falta de saneamento básico nos municípios que compõem a Bacia do Curu, lançando dejetos no leito dos rios e riachos que abastecem os grandes reservatórios. - Utilização desordenada do solo às margens dos rios, riachos e açudes. Aliado a isso, há o uso excessivo de produtos químicos. A comercialização desse produto é muito comum na região e o uso é indiscriminado. A tendência é causar a mortandade de peixes e a impossibilidade do uso da água para consumo. - Através de levantamento dos lixões no município de Pentecoste, observou-se que eles estão localizados próximo aos mananciais hídricos, podendo vir a comprometer não somente o ambiente onde se é depositado os resíduos sólidos, mas comprometer o lençol freático, os aqüíferos e até mesmo o leito do rio Curu, que fica muito próximo da zona urbana. - Outro aspecto que merece atenção especial é o lixo hospitalar (Hospital Fundação de Saúde do Município de Pentecoste), que é jogado diretamente no lixão sem tratamento e que, às vezes, serve de brinquedo para crianças. - A rede de distribuição de água na sede do município é de aproximadamente 24.970 metros de extensão e atende 3.475 ligações residenciais, beneficiando população de 14.024 habitantes. A população da zona rural não dispõe de água tratada. - O sangradouro do Pentecoste está próximo a um canal de aproximação com vegetação semi-arbustiva e construções irregulares. - Construções particulares dentro da área de preservação permanente. A permissão para casas é de 800 metros da margem, mas isso não é obedecido. - Área de Preservação Permanente (APP) totalmente invadida por construções urbanas sem qualquer saneamento básico nas proximidades dos bares e restaurantes que formam o pólo de lazer às margens do Pentecoste.
- Falta de saneamento básico nos municípios que compõem a Bacia do Curu, lançando dejetos no leito dos rios e riachos que abastecem os grandes reservatórios. - Utilização desordenada do solo às margens dos rios, riachos e açudes. Aliado a isso, há o uso excessivo de produtos químicos. A comercialização desse produto é muito comum na região e o uso é indiscriminado. A tendência é causar a mortandade de peixes e a impossibilidade do uso da água para consumo. - Através de levantamento dos lixões no município de Pentecoste, observou-se que eles estão localizados próximo aos mananciais hídricos, podendo vir a comprometer não somente o ambiente onde se é depositado os resíduos sólidos, mas comprometer o lençol freático, os aqüíferos e até mesmo o leito do rio Curu, que fica muito próximo da zona urbana. - Outro aspecto que merece atenção especial é o lixo hospitalar (Hospital Fundação de Saúde do Município de Pentecoste), que é jogado diretamente no lixão sem tratamento e que, às vezes, serve de brinquedo para crianças. - A rede de distribuição de água na sede do município é de aproximadamente 24.970 metros de extensão e atende 3.475 ligações residenciais, beneficiando população de 14.024 habitantes. A população da zona rural não dispõe de água tratada. - O sangradouro do Pentecoste está próximo a um canal de aproximação com vegetação semi-arbustiva e construções irregulares. - Construções particulares dentro da área de preservação permanente. A permissão para casas é de 800 metros da margem, mas isso não é obedecido. - Área de Preservação Permanente (APP) totalmente invadida por construções urbanas sem qualquer saneamento básico nas proximidades dos bares e restaurantes que formam o pólo de lazer às margens do Pentecoste.
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